Páginas

Mostrando postagens com marcador Maternidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Maternidade. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Quando nasce um bebê nasce uma mãe!!!

Ser mãe ou estar mãe? Qualquer mulher pode estar mãe em alguns momentos, no parto, ou em alguns instantes da vida, agora ser mãe é dom, é doação não é para qualquer mulher, só para as que tem fibra e muito amor a vida.
A maternidade é um marco muito importante na vida da mulher onde ela descobre capacidades que jamais imaginava que tivesse.
Ser mãe é ficar horas tentando fazer seu bebê dormir e depois que ele dorme não ver a hora que acorde para embalá-lo no colo.
Ser mãe é acordar a noite para cantar para seu filho sem sono ou apenas para ver se está com a coberta.
Ser mãe é sofrer por antecipação quando seu filho vai tomar vacina mesmo sabendo que é para o bem dele.
Ser mãe é sofrer com as cólicas do bebê, se fazer de forte para ajudá-lo e quando ele dorme chorar sem controle até se acalmar novamente.
Ser mãe é ficar com o coração sofrido sempre que vê seu bebê chorar mesmo depois de alimentá-lo, olhar as fraldas, checar se está com calor ou frio, medir febre ou pegá-lo no colo.
Ser mãe é ficar toda maravilhada aplaudindo de pé cada evolução de seu filhinho.
Ser mãe é ter o coração sempre em sobressalto quando vê notícias sobre maldades com crianças.
Ser mãe é ter coragem de dar a vida pela do seu filho, mas lutar com toda força para morrer bem velhinha para acompanhar todas os momentos da vida dele.
Ser mãe é se aproximar mais de Deus é descobrir o verdadeiro sentido da vida.

Cris Marino.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

15 teorias que você vai ouvir sobre a saúde de seu filho!


Janeiro foi um mês cheio de novidades, o blog completou 1 ano, e eu completei 26 anos!!!acho que isso merece um post especial né!!! vou pensar sobre isso.
Estou já com 33 semanas de gestação e segundo a previsão da médica rs, Gabi chegará no dia 22/03/2010.
Abaixo uma matéria bacana sobre o assunto do momento!!!

"Listamos algumas observações que toda mãe sempre escuta quando seu filho nasce. Da próxima vez que alguém insistir, você já sabe o que responder.

O bebê deve dormir de bruços, certo?

Crianças gordinhas são mais saudáveis.
Sorvete no inverno? Nem pensar.
Você provavelmente deve ter escutado essas e outras observações quando seu filho nasceu. Mas os anos passam e os hábitos mudam. Baseando-se em evidências e pesquisas científicas, os pediatras concluíram que muitos daqueles conselhos dados por nossas avós, mães, sogras e tias não fazem mais sentido. A seguir, listamos alguns deles.

1. DESCASCO TODAS AS FRUTAS?
Um cuidado exagerado que pode ser deixado para trás. A partir dos 9 meses, não há risco de a criança se engasgar. Além disso, algumas cascas são fontes de fibras e vitaminas. Mas não se esqueça de lavar bem as frutas com uma escovinha e água corrente e, se possível, prefira as orgânicas, produzidas sem agrotóxicos.

2. É PRECISO MESMO ESTERILIZAR?
Sim, os cuidados com a higiene são mais rigorosos hoje em dia. Por isso, ao menos até os 6 meses de idade, é necessário esterilizar os utensílios do bebê, como mamadeiras e chupetas. Mas, desde que a água seja de procedência confiável, não é necessário fervê-la para o banho.

3. O COSTUME DA PAPA LÍQUIDA
O antigo hábito de bater os legumes da papinha no liquidificador deve ser esquecido. O motivo é que, ao mastigar os alimentos, o bebê estimula os músculos da face, essenciais para o desenvolvimento da fala e da deglutição. Além disso, as papas líquidas têm menos fibras. O melhor jeito de preparar a refeição é amassar os alimentos com garfo ou socador e, se for o caso, passá-los na peneira em seguida.

4. O BEBÊ DEVE DORMIR DE BRUÇOS
Não mesmo! Hoje, a Sociedade Brasileira de Pediatria aconselha colocar o bebê de costas. Não se preocupe: ele não vai engasgar, a tendência é que a cabecinha caia naturalmente para o lado. Caso regurgite com frequência, o pediatra pode sugerir que ele durma com a cabeça elevada.

5. QUANTO MAIS TALCO, MELHOR...
O clássico de Gilberto Gil, gravado nos anos 1980, brinca: “minha alma cheira a talco, como bumbum de bebê”. Mas as crianças do século XXI já não usam mais o antigo cosmético. Quando a mãe passa o talco no bebê, produz-se uma névoa que tende a ser inalada pela criança, e que pode causar problemas respiratórios e alérgicos. Portanto, fique longe do produto para o bem do seu pequeno.

6. BEBÊ GORDO É FORTE!
Crianças gordinhas sempre foram sinônimo de saúde. Não mais. A obesidade infantil é um problema que cresce a cada ano – e que muitos pais não enxergam com a gravidade que deveriam. Por isso, desde a infância, é importante manter bons hábitos alimentares e evitar o sedentarismo.

7. NO CHÃO, NÃO!
Foi-se o tempo em que os bebês ficavam só no berço, enroladinhos em suas mantas. A partir do 3º mês, eles podem ficar sobre superfícies macias, como colchas e edredons, no chão. Nessa posição, brinquedos suspensos sobre a criança são um ótimo estímulo.

8. CONTRA TOSSE: XAROPE
Tossir é um jeito natural de o corpo eliminar secreções. Em vez de usar mucolíticos (que ajudam a dissolver o catarro), aposte na água, em forma de líquidos e inalação com soro fisiológico. O tapinha nas costas, conhecido como tapotagem, também ajuda a expulsar o muco.

9. PÉS TORTOS? BOTAS NELES!
Outro artigo que caiu em desuso foi o fatídico par de botas ortopédicas. A ortopedia moderna entende que o melhor remédio para corrigir os pés é o tempo. Em geral, o problema desaparece até os sete anos. Caso contrário, existem palmilhas especiais que dão conta do recado.

10. ATENÇÃO À FIMOSE
Este é outro item que gera polêmica entre mães e avós. O prepúcio (pele sobre a glande do pênis) tende a descolar naturalmente. Por isso, não há necessidade de forçá-lo a abrir, como se acreditava antes. Se isso não ocorrer naturalmente até os dois anos, recomenda-se uma cirurgia (conhecida popularmente como circuncisão).

11. MOEDA PARA BAIXAR UMBIGO
A simpatia consiste em colocar uma moeda sobre o coto umbilical e depois enfaixar a cintura do bebê, um recurso incômodo e que não resolve o problema. Vale lembrar que a hérnia nessa região é natural e desaparece espontaneamente. Caso não aconteça, uma pequena cirurgia pode ser indicada pelo pediatra.

12. AS VACINAS SÃO SEGURAS?
Sim, elas estão cada vez mais seguras. Graças à evolução da medicina, elas hoje também previnem uma grande variedade de doenças. Ainda assim, o tema envolve teorias infundadas. Vacinar não é só um ato de amor mas também de responsabilidade, com o seu filho e com toda a sociedade, já que você colabora para evitar a disseminação de doenças.

13. SORVETE NO INVERNO?
As mães antigas juravam que a delícia faz mal na estação do frio. Mas não há evidências científicas que confirmem tal teoria. Na verdade, o sorvete até alivia a dor de garganta em alguns casos.

14. ESCOVA DE DENTES SÓ MAIS TARDE...
É consenso que a higiene bucal deve começar antes mesmo de os primeiros dentinhos despontarem. Após as mamadas, limpe as gengivas e a língua com uma gaze umedecida. Depois, pode usar uma dedeira e, futuramente, a escova infantil.

15. RECEITAS DA VOVÓ?
Aqui, abrimos uma exceção: há boas e sábias receitas dos tempos da vovó. Canja de galinha para curar o resfriado, suco de ameixa contra prisão de ventre e compressa com álcool para baixar a febre são exemplos que ganharam o aval da medicina. Ainda assim, antes de aplicar os truques, consulte o pediatra. É a união da experiência dos médicos com o instinto dos pais que garante uma infância saudável, hoje e sempre.

NÓS CRIAMOS VOCÊS ASSIM!
Quando a mãe quer uma coisa e as avós sugerem outra diferente, alguns conflitos podem começar com essa frase. O que fazer?
Os especialistas ressaltam que só vale discutir se o motivo for prejudicar a criança. É importante tentar ouvir o que as mães mais experientes têm a dizer. Em muitos casos, as dicas são realmente úteis. Uma boa estratégia é levar as avós na consulta ao pediatra. Além de permitir que elas se atualizem e esclareçam dúvidas importantes com o médico, o recurso serve para aproximar as gerações e deixar as mães mais tranquilas. À medida que as crianças crescem, mesmo que as mães não sigam os antigos conselhos de família, as avós começam a interferir menos. E o que dizer da clássica permissividade das vovós, que adoram derrubar as regras colocadas pelos pais? Até isso pode ser tolerado se acontecer apenas na casa delas. O importante é que o vínculo familiar não seja ameaçado por picuinhas e futilidades. Não é justo nem com a avó nem com a criança."

Fontes: Eduardo Troster, pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein; Peter Abram Liquornik, pediatra, membro do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria; Tania Shimoda, pediatra do PS do Instituto da Criança da Universidade de São Paulo.
Fontes: Roberta Palermo, terapeuta familiar, e Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz.

Blog: A caçula da Família Copati Colin
Fonte da Imagem: Arquivo do Studio Matos.