sábado, 20 de fevereiro de 2010
Como Curar a dor da Saudade?
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Como Evitar a Criança Mimada!
RESPEITO é o começo de tudo!!!
Abaixo as dicas da especialista Patrícia Spada para evitar a criança mimada em casa:
Há, de fato, o risco de a criança ficar sem comer, enfraquecida, vir a adoecer, e ela sente e percebe a insegurança e receio da mãe quanto a isso. Se a mãe não conseguir traduzir este clima emocional, será uma guerra de foice, pois ambos tenderão a mostrar ao outro quem é o mais forte e, é claro, a criança poderá estar em situação de risco.
Nestes casos, é indicado que a mãe converse muito com a criança, respeite-a em seu gosto alimentar, faça junto com ela alguns cardápios e insista, sem forçar, para que o filho experimente a comida, mas tenha a liberdade de escolher o que quer comer, mas contanto que coma algum dos ingredientes servidos.
Com o tempo, ele se sentindo respeitado como pessoa, sem ser forçado, sem sofrer violência (física ou psicológica), vai querer comer e passará a aceitar mais facilmente, em combinação com a mãe, o que quer que seja feito para se alimentarem.
Para que os filhos saibam reconhecer o valor material e o esforço dos pais para conquistá-las
Conversar sempre demonstrando sem cobrança o quanto é necessário para um adulto se esforçar para ter dinheiro; - Ajudar o filho a administrar sua mesada ( se a receber), deixando-o decidir pela forma que quer usá-la, mas também arcando com as consequências - quando a criança gastar tudo o que tiver. O adequado será que ela possa esperar e juntar o dinheiro todo novamente, aprendendo a esperar, a lidar com a frustração e reconhecer o amor dos pais por ele. - Não é saudável dar presentes para o filho o tempo todo.
É preciso que ele saiba a importância da economia regrada (e não exagerada), bem como a importância de os pais lhe pedirem opiniões sobre o que ele pensa que poderia ajudar para melhorar o orçamento da família.
Para que os filhos entendam o valor das amizades e a importância de compartilhar
Este é um valor que certamente começa em casa. Não é a mãe obrigando o filho a emprestar seu brinquedo favorito para o amiguinho que desenvolverá nele o sentimento de solidariedade ou de partilha. É natural que as crianças passem pela fase de não querer dividir nada do que é seu com nenhum amigo e, neste caso, é importante que a mãe e o pai respeitem e compreendam a posição e a emoção de seu filho e deixem que ele aprenda a lidar com as consequências de sua atitude.
Se os adultos estiverem emocionalmente bem, tranquilos e confiantes na educação que estão dando à criança, tudo não passará de mais uma fase conturbada e turbulenta, que quando acompanhada de perto pelos responsáveis pela criança, tende a se acalmar com o tempo.
Para evitar os ataques de choro e crises dos pequenos quando algo não sai como eles querem
Muitas vezes os ataques de choro e as crises não devem ser evitadas, justamente pela importância que a elas compete. Nenhum ser humano consegue tudo que quer na hora que quer e quando os pequenos percebem que eles também não são poderosos, - pois não só as coisas não são como querem como também não conseguem com que os pais atendam a seus desejos incondicionalmente - é o momento ideal para que devagar possam ir entrando em contato com a realidade e elaborar este sentimento de onipotência, tão natural e esperado nos filhos. É interessante salientar que, em geral, as crises de choro e de birra, muitas vezes, mais deixam os pais envergonhados - pela possível opinião dos outros (que nem se quer os conhece) de que não são bons pais, do que preocupados com a saúde emocional e mental ou desenvolvimento saudável do filho.
Fonte: Yahoo
Imagem: Google imagens
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
15 teorias que você vai ouvir sobre a saúde de seu filho!
"Listamos algumas observações que toda mãe sempre escuta quando seu filho nasce. Da próxima vez que alguém insistir, você já sabe o que responder.
O bebê deve dormir de bruços, certo?
Crianças gordinhas são mais saudáveis.
Sorvete no inverno? Nem pensar.
Você provavelmente deve ter escutado essas e outras observações quando seu filho nasceu. Mas os anos passam e os hábitos mudam. Baseando-se em evidências e pesquisas científicas, os pediatras concluíram que muitos daqueles conselhos dados por nossas avós, mães, sogras e tias não fazem mais sentido. A seguir, listamos alguns deles.
1. DESCASCO TODAS AS FRUTAS?
Um cuidado exagerado que pode ser deixado para trás. A partir dos 9 meses, não há risco de a criança se engasgar. Além disso, algumas cascas são fontes de fibras e vitaminas. Mas não se esqueça de lavar bem as frutas com uma escovinha e água corrente e, se possível, prefira as orgânicas, produzidas sem agrotóxicos.
2. É PRECISO MESMO ESTERILIZAR?
Sim, os cuidados com a higiene são mais rigorosos hoje em dia. Por isso, ao menos até os 6 meses de idade, é necessário esterilizar os utensílios do bebê, como mamadeiras e chupetas. Mas, desde que a água seja de procedência confiável, não é necessário fervê-la para o banho.
3. O COSTUME DA PAPA LÍQUIDA
O antigo hábito de bater os legumes da papinha no liquidificador deve ser esquecido. O motivo é que, ao mastigar os alimentos, o bebê estimula os músculos da face, essenciais para o desenvolvimento da fala e da deglutição. Além disso, as papas líquidas têm menos fibras. O melhor jeito de preparar a refeição é amassar os alimentos com garfo ou socador e, se for o caso, passá-los na peneira em seguida.
4. O BEBÊ DEVE DORMIR DE BRUÇOS
Não mesmo! Hoje, a Sociedade Brasileira de Pediatria aconselha colocar o bebê de costas. Não se preocupe: ele não vai engasgar, a tendência é que a cabecinha caia naturalmente para o lado. Caso regurgite com frequência, o pediatra pode sugerir que ele durma com a cabeça elevada.
5. QUANTO MAIS TALCO, MELHOR...
O clássico de Gilberto Gil, gravado nos anos 1980, brinca: “minha alma cheira a talco, como bumbum de bebê”. Mas as crianças do século XXI já não usam mais o antigo cosmético. Quando a mãe passa o talco no bebê, produz-se uma névoa que tende a ser inalada pela criança, e que pode causar problemas respiratórios e alérgicos. Portanto, fique longe do produto para o bem do seu pequeno.
6. BEBÊ GORDO É FORTE!
Crianças gordinhas sempre foram sinônimo de saúde. Não mais. A obesidade infantil é um problema que cresce a cada ano – e que muitos pais não enxergam com a gravidade que deveriam. Por isso, desde a infância, é importante manter bons hábitos alimentares e evitar o sedentarismo.
7. NO CHÃO, NÃO!
Foi-se o tempo em que os bebês ficavam só no berço, enroladinhos em suas mantas. A partir do 3º mês, eles podem ficar sobre superfícies macias, como colchas e edredons, no chão. Nessa posição, brinquedos suspensos sobre a criança são um ótimo estímulo.
8. CONTRA TOSSE: XAROPE
Tossir é um jeito natural de o corpo eliminar secreções. Em vez de usar mucolíticos (que ajudam a dissolver o catarro), aposte na água, em forma de líquidos e inalação com soro fisiológico. O tapinha nas costas, conhecido como tapotagem, também ajuda a expulsar o muco.
9. PÉS TORTOS? BOTAS NELES!
Outro artigo que caiu em desuso foi o fatídico par de botas ortopédicas. A ortopedia moderna entende que o melhor remédio para corrigir os pés é o tempo. Em geral, o problema desaparece até os sete anos. Caso contrário, existem palmilhas especiais que dão conta do recado.
10. ATENÇÃO À FIMOSE
Este é outro item que gera polêmica entre mães e avós. O prepúcio (pele sobre a glande do pênis) tende a descolar naturalmente. Por isso, não há necessidade de forçá-lo a abrir, como se acreditava antes. Se isso não ocorrer naturalmente até os dois anos, recomenda-se uma cirurgia (conhecida popularmente como circuncisão).
11. MOEDA PARA BAIXAR UMBIGO
A simpatia consiste em colocar uma moeda sobre o coto umbilical e depois enfaixar a cintura do bebê, um recurso incômodo e que não resolve o problema. Vale lembrar que a hérnia nessa região é natural e desaparece espontaneamente. Caso não aconteça, uma pequena cirurgia pode ser indicada pelo pediatra.
12. AS VACINAS SÃO SEGURAS?
Sim, elas estão cada vez mais seguras. Graças à evolução da medicina, elas hoje também previnem uma grande variedade de doenças. Ainda assim, o tema envolve teorias infundadas. Vacinar não é só um ato de amor mas também de responsabilidade, com o seu filho e com toda a sociedade, já que você colabora para evitar a disseminação de doenças.
13. SORVETE NO INVERNO?
As mães antigas juravam que a delícia faz mal na estação do frio. Mas não há evidências científicas que confirmem tal teoria. Na verdade, o sorvete até alivia a dor de garganta em alguns casos.
14. ESCOVA DE DENTES SÓ MAIS TARDE...
É consenso que a higiene bucal deve começar antes mesmo de os primeiros dentinhos despontarem. Após as mamadas, limpe as gengivas e a língua com uma gaze umedecida. Depois, pode usar uma dedeira e, futuramente, a escova infantil.
15. RECEITAS DA VOVÓ?
Aqui, abrimos uma exceção: há boas e sábias receitas dos tempos da vovó. Canja de galinha para curar o resfriado, suco de ameixa contra prisão de ventre e compressa com álcool para baixar a febre são exemplos que ganharam o aval da medicina. Ainda assim, antes de aplicar os truques, consulte o pediatra. É a união da experiência dos médicos com o instinto dos pais que garante uma infância saudável, hoje e sempre.
NÓS CRIAMOS VOCÊS ASSIM!
Quando a mãe quer uma coisa e as avós sugerem outra diferente, alguns conflitos podem começar com essa frase. O que fazer?
Os especialistas ressaltam que só vale discutir se o motivo for prejudicar a criança. É importante tentar ouvir o que as mães mais experientes têm a dizer. Em muitos casos, as dicas são realmente úteis. Uma boa estratégia é levar as avós na consulta ao pediatra. Além de permitir que elas se atualizem e esclareçam dúvidas importantes com o médico, o recurso serve para aproximar as gerações e deixar as mães mais tranquilas. À medida que as crianças crescem, mesmo que as mães não sigam os antigos conselhos de família, as avós começam a interferir menos. E o que dizer da clássica permissividade das vovós, que adoram derrubar as regras colocadas pelos pais? Até isso pode ser tolerado se acontecer apenas na casa delas. O importante é que o vínculo familiar não seja ameaçado por picuinhas e futilidades. Não é justo nem com a avó nem com a criança."
Fontes: Eduardo Troster, pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein; Peter Abram Liquornik, pediatra, membro do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria; Tania Shimoda, pediatra do PS do Instituto da Criança da Universidade de São Paulo.
Fontes: Roberta Palermo, terapeuta familiar, e Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz.
Blog: A caçula da Família Copati Colin
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
2010 Este será o Ano!!!
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Feliz Natal e um Ano Novo Cheio de Paz!!!
Que delícia...Natal está chegando...
Amigos adorei a experiência de compartilhar idéias, projetos, textos e fazer amizades tão lindas este ano na blogosfera! Obrigada a todos!!!
Desejo que no ano de 2010 continuemos com muita força de vontade, alegria e sucesso em todos os nossos projetos.
Um natal abençoado e um ano novo cheio de luz!
Natal com Jesus:
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Ser Mãe...
A gravidez tem me ensinado muitas coisas, cresço a cada dia, tem sempre uma coisa nova a ser aprendida e a ser sentida. Eu, Gabrielle e Adriano interagimos muito mais do que pensei que pudesse ser durante uma gestação. Adriano é muito participativo e carinhoso, me acompanha em cada consulta, em cada ultrassom, vibra com cada novidade nas etapas que vamos vivenciando.
Eu me sinto bela, segura e feliz, adoro minha barriga a acho linda e quanto mais ela cresce mais me encanto com ela. O cabelo anda mais seco, aprendi a conviver com algumas tantas estrias que me apareceram são as marcas que demonstram o quanto tenho vivido cada dom que Deus me proporciona.
Ser mãe me faz sentir especial e incomum, não quero mais ser comum, quero ser mãe para o resto da vida.
As vezes sonho acordada com os olhinhos dela me olhando, com um risinho doce, mãos e perninhas para o ar com suas brincadeiras imaginárias de dentro do berço...
Acho que ser mãe é estar mais perto de Deus...
Imagem: google
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Últimas Notícias

sábado, 24 de outubro de 2009
Os planos que fazemos na vida!!!
O que move o ser humano são as realizações que conquista na vida...
Muitas vezes quando inicia um novo ano mudamos os planos, mas o importante é que consígamos atingir nossa realização pessoal. Já fiz muitos projetos nesses meus 25 anos. Aos 13 o plano era não casar, queria estudar muito, conseguir um ótimo emprego, morar sozinha e ter uma independência financeira. Aos 16 (quando conheci meu esposo Adriano) a possibilidade de um casamento começou a passar de levinho em minha mente.
Aos 18 anos quando noivei, tinha certeza que me casaria, mas continuava querendo chegar no topo com os estudos, falar várias línguas, ser diretora em uma grande empresa... enfim, mesmo casada ter a minha independência.
Aos 19 Estudava e trabalhava tanto que mal tinha tempo para namorar, fazia cursinho pré-vestibular, cursinho para concurso, levantava ás cinco da manhã e ia dormir depois da meia-noite. Tinha um bom emprego, numa empresa de pequeno porte, ainda não era o cargo e nem a empresa dos sonhos mas, já era um grande começo. Íamos casar em dezembro, então ainda tinha a correria da organização do casamento. Estava tendo um ano enlouquecedor, apesar de ser o ano do meu casamento, comecei a ter muitas crises de mau humor, gastrite e enxaqueca.
Comecei a cansar dessa rotina e pensei ser uma boa hora para mudar os planos, agora queria casar, ter uma vida mais tranqüila, trabalhar menos horas por dia, optar por uma faculdade e emprego que pudessem me dar mais tempo a fim de levar uma vida equilibrada entre o lazer e o trabalho.
Depois de pesquisar na faculdade, em escolas, e com pessoas da área, optei pelo curso de pedagogia. Na faculdade me apaixonei pela profissão e quis mudar o mundo com ela, pelo menos o mundo de alguém.
E o casamento? Ah! No começo levamos um susto, semanas antes de nos casarmos, meu esposo perdeu o emprego, e logo que nos casamos começou a trabalhar numa empresa onde tinha que fazer muitas viagens, chegando uma vez a ficar 34 dias fora de casa, desde que havíamos começado o namoro jamais tínhamos ficado tanto tempo longe. Foi uma época muito difícil que durou 3 meses, graças a Deus ele acabou mudando de emprego e começamos a descobrir a magia tão bonita que é o casamento. Uma entrega tão linda e forte que só mesmo vivendo a experiência para saber, quando você pensa que já ama tudo o que pode o seu esposo/esposa, é aí que você descobre que ainda pode amar mais.
Aos 21 resolvi trocar de emprego queria ser professora. Quando estagiei gratuitamente (a princípio) numa escola não demorou muito para perceber que mudar o mundo era bem mais difícil que pensei. Tive a experiência de trabalhar em duas escolas, lá aprendi com aqueles pequenos um novo tipo de amor e que na verdade precisamos de pouquíssimo para ser feliz. Aprendi a rir de doer a barriga das coisas simples, a me encantar com o colorido de uma borboleta, que eu não preciso sempre pintar o céu de azul para ser belo, que as flores não precisam ser vermelhas, de miolo amarelo e folhinhas verdes e até que a história da Chapeuzinho Vermelho não precisa ser sempre do mesmo jeito para ser legal.
Ainda assim nunca deixei de ir em busca dos meus planos concluí a faculdade de Pedagogia, fiz um ano de psicologia, pós em Psicopedagogia nesta atuei por 1 ano, freqüentei muitas palestras, congressos, simpósios.
E então chegou a hora de realizarmos uma nova conquista, a MATERNIDADE, essa história vocês já conhecem o começo, contei aqui. Mas, o que não sabem é que em Julho, descobri uma nova gravidez, um verdadeiro presente de Deus. Hoje estou grávida de 18 semanas (4 meses) é uma menininha, nosso milagrinho chamará Gabrielle. Estar grávida é uma sensação linda, uma emoção sem igual, é o complemento precioso do casamento, eu e meu esposo nos sentimos ainda mais ligados um ao outro, estamos descobrindo juntos mais um jeito de amar, e nos amamos cada vez mais, com a vinda da nossa “anjinha” estamos nos sentindo completos, não somos mais os mesmos, nos tornamos melhores, como pessoas e como casal. E nesta terça (20/10), tivemos a certeza de senti-la mexer e vê-la também, antes ficávamos na dúvida se era mesmo. Foi lindo na hora que senti aquele pulinho e barriga levantar levemente, chamei meu esposo que também pode comprovar. É fantástico olhar a barriga já saliente e perceber como se fosse um pulinho (o chamado chute né? Risos) colocar a mão e senti-la se mexendo, paro tudo que estou fazendo sempre que posso, e fico ali babando e batendo um papo com minha filhinha.
Agora não tenho planos, só desejo muita saúde para Gabrielle que saibamos educá-la e cuidar do jeitinho que merece. Mas, claro que cuidarei para não seguir agora apenas vivendo os planos de Gabrielle e me esquecer como pessoa, como mulher, tornando apenas Mãe. Porém, quero seguir com mais tranqüilidade e equilíbrio sempre ao lado de minha família.
Com o tempo aprendemos que na vida não realizamos todos os planos que sonhamos, mas todos que precisamos para sermos completos.
Fonte da imagem: google.
Beijos
Cris Marino
