
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Amor que marcou!

Viagem longa, destino incerto...
Este texto que escolhi hoje fala de uma questão que todos nós já passamos e quem não passou aguarde, provavelmente irá passar!!!
Texto extraído do livro "Estórias de quem gosta de ensinar — O fim dos Vestibulares", editora Ars Poetica — São Paulo, 1995, pág. 37.Dica de meu caro cunhado, Dr. Ricardo A. Bacci, paradigma de "gente".
ntestam: afirmam saber muito bem o lugar para onde estão indo. Assim são os adolescentes: sempre têm os bolsos cheios de certezas. Só muito tarde descobrem que certezas valem menos que um tostão.Seria muito mais racional e menos doloroso que vocês fossem obrigados agora a escolher a mulher ou o marido. Hoje casamento é destino para o qual só se vende passagem de ida e volta. É muito fácil voltar ao ponto de partida e recomeçar: basta que os sentimentos e as idéias tenham mudado. Mas a viagem para a qual vocês estão comprando passagens dura cinco anos, pelo menos. E se depois de chegar lá vocês não gostarem? Nada garante...Vocês nunca estiveram lá. E se quiserem voltar? Não é como no casamento. É complicado. Leva pelo menos outros cinco anos para chegar a um outro lugar, com esse bilhete que se chama vestibular e essa ferrovia que se chama universidade. E é duro voltar atrás, começar tudo de novo. Muitos não têm coragem para isso, e passam a vida inteira num lugar que odeiam, sonhando com um outro. Em Minas, onde nasci, se diz que para se conhecer uma pessoa é preciso comer um saco de sal com ela. Os apaixonados desacreditam. Quem é acometido da febre da paixão desaprende a astúcia do pensamento, fica abobalhado, e passa a repetir as asneiras que os apaixonados têm repetido pelos séculos afora: "Ah! mãe, ele é diferente..." "Eu sei que o meu amor por ela é eterno. Sem ela eu morro..." E assim se casam, sem a paciência de comer um saco de sal. Se tivessem paciência descobririam a verdade de um outro ditado: "Por fora bela viola; por dentro pão bolorento..."Coisa muito parecida acontece com a profissão: a gente se apaixona pela bela viola, e só tarde demais, no meio do saco de sal, se dá conta do pão bolorento.O Pato Donald arranjou um emprego de porteiro, num edifício de ricos. Sentiu-se a pessoa mais importante do mundo e estufou o peito por causa do uniforme que lhe deram, cheio de botões brilhantes, fios dourados e dragonas...Acontece assim também na escolha das profissões: cada uma delas tem seus uniformes multicoloridos, seus botões brilhantes, fios dourados e dragonas. Veja, por exemplo, o fascínio do uniforme do médico. Por razões que Freud explica qualquer mãe e qualquer pai desejam ter um filho médico. Lembram-se da "Sociedade dos Poetas Mortos"? O pai do jovem ator queria, por tudo nesse mundo, que o filho fosse médico. E ele não está sozinho. O médico é uma transformação poética do herói Clint Eastwood: o pistoleiro solitário, apenas com sua coragem e o seu revólver, entra no lugar da morte, para travar batalha com ela. Como São Jorge. O médico, em suas vestes sacerdotais verdes, apenas os olhos se mostrando atrás da máscara, a mão segurando a arma, o bisturi, o sangue escorrendo do corpo do inocente, em luta solitária contra a morte. Poderá haver imagem mais bela de um herói? Todas as profissões têm seus uniformes, suas belas imagens, sua estética. Por isso nos apaixonamos e compramos o bilhete de ida... Mas a profissão não é isso. Por fora bela viola, por dentro pão bolorento...Uma amiga me contou, feliz, que uma parente querida havia passado no vestibular de engenharia. "Que engenharia?", perguntei. "Civil", ela respondeu. "Por que esta escolha?" — insisti. "É que ela gosta muito de matemática". Pensei então na bela imagem do engenheiro — régua de cálculo, compasso e prumo nas mãos, em busca do ponto de apoio onde a alavanca levantaria o mundo! "Se ela tanto ama a matemática talvez tivesse feito melhor escolha estudando matemática".Engenheiro, hoje, mexe pouco com matemática. Tudo já está definido em programas de computador. O dia a dia da maioria dos engenheiros é tomar conta de peão em canteiro de obra..."Isso vale para todas as profissões. É preciso perguntar: "Como será o meu dia a dia, enquanto como o saco de sal que não se acaba nunca?"Mas há outros destinos, outros trens. Não é verdade que o único caminho bom seja o caminho universitário. Acho que poucos jovens sequer consideram tal possibilidade. É que eles se comportam como bando de maritacas: onde vai uma vão todas. Não podem suportar a idéia de ver o "bando" partindo, enquanto ele não embarca, e fica sozinho na plataforma da estação...Deixo aqui, como possibilidade não pensada, este poema de Walt Whitman, o poeta da "Sociedade dos Poetas Mortos":Dicas para o professor receber bem as crianças
Dicas para o professor receber bem as crianças na volta das férias:
sábado, 24 de janeiro de 2009
Síndrome de burnout em professores: identificação, tratamento e prevenção.
Stresse prolongado vivenciado por profissionais que cuidam de outras pessoas, a exemplo do médico, assistente social, psicólogo e o professor, entre outros. O termo quer dizer “Combustão completa”. A gíria “burnout” é utilizada na Inglaterra desde 1940, mas foi nos EUA, em 1973 que o dr Freudemberg realizou primeiros estudos sobre o fenêmeno que é marcado por três dimensões: a) esgotamento emocional, b) despersonalização e c) baixa realização pessoal.
Chafic acredita que o ensino de qualidade só é possível com professores gozando qualidade de vida e, por isso, há mais de quatro anos realiza palestras sobre ânimo nas escolas públicas do DF. Desde início de 2007 criou e ministra a palestra Síndrome de burnout em professores: identificação, tratamento e prevenção. Chafic lançou e publicou a única cartilha sobre o tema, disponível para download na internet. Recentemente lançou o DVD da Palestra que será comercializado a R$29,00. Abaixo está disponibilizado video explicativo, sendo um dos mais assistidos sobre Burnout no Youtube. Você pode acessar os materiais citados no link abaixo e, também, solicitar a palestra em DVD ou ao vivo em sua escola, inclusive com aplicação de questionário com score indicativo da Síndrome.
Material de informação e prevenção da burnout:
CONTO: O DIA DO CASAMENTO
07:35 O relógio desperta, Rosa acorda assustada, desliga o relógio, vai até a janela e o dia ensolarado a deixa mais tranqüila, já que um de seus maiores medos seria o de se casar num dia chuvoso; quando a palavra “casar” passa em seus pensamentos seu coração dispara, olha o vestido pendurado no canto do quarto e diz sussurrando “Meu Deus, é hoje!”.Seus sentimentos estão confusos, não sabe se quer chorar ou dar altas gargalhadas, sente-se aturdida e senta por um instante na cama olhando a foto do noivo sobre o criado-mudo e diz: “Então é isso? À noite estarei casada?”. Ri de si mesma com tantos pensamentos e vai tomar um banho. Na mesa do café observa sua mãe e naquele momento sente um nó na garganta: “como será não tê-la mais por perto a toda hora?”.
Junta suas coisas e parte para o tão sonhado e planejado “dia da noiva”, parece uma menininha toda alegre com seu vestidinho azul e tranças no cabelo.
No salão Rosa sente-se uma princesa com tantos paparicos e cuidados, ao mesmo
A equipe começa a conversar com Rosa, ela engole seco e apenas responde as perguntas forçando um sorriso e seu coração dispara, sente que agora ficou mais sério e não tem dúvidas: está mesmo chegando o momento, em poucas horas será uma mulher casada.
Depois de pronta se olha no espelho “Nossa! Estou belíssima”, seu vestido brilha como pequenas estrelinhas e é branco como a neve. Neste momento sente-se uma verdadeira diva do cinema sendo acompanhada por fotógrafos e cinegrafistas, seguem para a igreja. Em frente à igreja seu coração parece querer sair do peito e sabe que esta é a sensação mais incrível e marcante de sua vida.
Admira o homem elegante que vê, usando terno e gravata, é seu pai, sente-se muito emocionada porque é a primeira vez que ele veste trajes finos, já que, usualmente, faz o estilo despojado. Seu pai a olha e exclama: “Filha, você está linda!” e uma lágrima rola da face dele, Rosa a enxuga pedindo com voz emb
argada. “Por favor, Pai, não vai chorar agora!”.Quando então as portas da igreja se abrem e a marcha nupcial anuncia sua chegada, ela teme que suas pernas não consigam seguir. Ao avistar seu noivo já no altar, esperando cheio de ansiedade, até mordendo os lábios, Rosa sorri encantadoramente e o noivo, de tão nervoso, não consegue sorrir, apenas admirá-la.
Seu pai a entrega ao seu quase marido que, depois de beijar-lhe a testa, lança um olhar de cumplicidade, agora mais calmo, o noivo sorri e diz sussurrando “Linda! Linda como sempre!”. Rosa sente os olhos pesarem querendo chorar, mas evita o choro, preocupada com a maquiagem.
O casamento segue tranqüilo e ela está muito feliz: enfim casados!! Acontece o primeiro beijo de marido e mulher, nesse momento é como se flutuassem e tudo à sua volta girasse e ali só existissem os dois e nada mais.
O casal está inebriado por aquele momento e entre um olhar e outro, um beijinho e outro, dispara o flash
do fotógrafo atento em registrar cada momento do dia mais especial daquele jovem casal.Na festa, Rosa e seu lindo marido brilham na pista de dança, estão extasiados de alegria e curtem a festa até cansar, mas, é no fim da festa que ela realmente se dá conta: está mesmo casada! Agora são uma só carne e um só coração unidos pelo matrimônio!!
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Escritora Angela Carneiro - Livros Personalizados!!!
e outros, Caixa Postal 1989 e Eu Te Procuro.domingo, 18 de janeiro de 2009
Livros Virtuais!!

Disponibilizo aqui alguns sites que gosto de visitar com livros interessantíssimos para baixar:
sábado, 17 de janeiro de 2009
MEU FILHO NÃO LÊ. E AGORA?
É comum encontrar pais questionando “Meu filho não lê o que devo fazer?”Mas, vamos pensar um pouco. Quantas vezes será que esse filho viu seu pai ler? De todas as regras que tem em casa, será que tem alguma “hora da leitura?”, Livros são caros?, Mas e os brinquedos também não são? Quando levamos crianças para passear no shopping será que paramos na livraria e sentamos com o filho no setor infantil para instigá-los a ler e apreciar?
a melhor. Lembro que quando era adolescente antes de ler um livro sempre me perguntava “O que me acrescentará este livro?” claro! Porque é absolutamente impossível ler um livro e ele não te acrescentar nada.Não adianta obrigar o filho a ler, a leitura tem que ser prazerosa, o que nós podemos fazer é incentivar a leitura, mostrando o quanto ela é importante e quais os benefícios que traz e o exemplo sempre ensinou mais que as palavras, se o filho vê os pais lendo naturalmente sentirá vontade de ler também. É importante deixar claro que gostar de ler não significa gostar de ler de tudo, na escola precisamos ler alguns livros e textos que não nos agrada muito, mas é necessário para adquirirmos outros conhecimentos.
Não existe uma idade certa para começar a ler, antes das crianças aprenderem as primeiras palavras eles leem os livros através das figuras e inventam suas próprias histórias. Os pequenos adoram ouvir histórias também, na hora de ler um livro para eles é importante prestar atenção na
entonação da voz, mostrar as figuras do livro, transmitir entusiasmo, falar a verdade ah! Isso é muito importante, ás vezes não lemos o livro antes e o fim pode não ser o esperado não adianta mudar o final leia conforme o livro pois a criança percebe se você está mudando a história e sempre pare de ler antes de acabar a vontade de ouvir da criança, deixe um gostinho de quero mais!Há uns dois meses estava assistindo o jornal e vi uma notícia sobre a “Postoteca”, (numa cidade que não lembro o nome) a comunidade decidiu montar uma biblioteca no posto de saúde, todos os livros da biblioteca foram doados e os organizadores são voluntários os moradores do bairro depois de cadastrados podem até emprestar os livros para lerem em casa. Um depoimento me emocionou, a mãe dizia que em casa não tinha tempo de sentar e ler para o filho, mas, ali enquanto aguardava ela lia, e o
filhinho de 5 anos disse “cada página que minha mãe vai virando eu vou ficando mais emocionado!” Pensa? com 5 aninhos ele disse que se emocionava com a leitura! Não é fofo?Boas leituras a todos!!!
Fonte das Imagens: 1ª lerparacrescer.com.br 2ª http://www.rbe.min-edu.pt/ 3ª coisasdavidaa.blogspot.com 4ª quiosquedasletras.blogs.sapo.pt
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Olá Queridos Amigos!!!
Obrigada pelas mensagens tão gentis que

postam no meu blog ou mandam por
Orkut e e-mail, agradeço de todo o coração
continuem visitando meu blog, sempre colocarei
textos novos e quem quiser receber as novidades é
só clicar em seguidores e cadastrar para acompanhar
Um bejãozão da Cris voltem sempre!!!
Fonte da Imagem: centelhadopensar.blogspot.com
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
PARA SEMPRE
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece com
o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
mistério profundo
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
Carlos Drummond de Andrade
O BICHO
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
Manuel Bandeira
CANÇÃO DE OUTONO
não posso cuidar de ti.
Vim para amar neste mundo,
e até do amor me perdi.
De que serviu tecer flores
pelas areias do chão,
se havia gente dormindo
sobre o própro coração?
E não pude levantá-la!
Choro pelo que não fiz.
E pela minha fraqueza
é que sou triste e infeliz.
Perdoa-me, folha seca!
Meus olhos sem força estão
velando e rogando áqueles
que não se levantarão...
Tu és a folha de outono
voante pelo jardim.
Deixo-te a minha saudade
a melhor parte de mim.
Certa de que tudo é vão.
Que tudo é menos que o vento,
menos que as folhas do chão...
Cecília Meireles
domingo, 11 de janeiro de 2009
DORMINDO NUM SONO ETERNO

Ainda lembro bem quando nos deixastes para ir morar com Deus, até hoje ainda peço em minhas orações para que esteja feliz, eu sei que estás ao lado do nosso eterno pai e é isso que nos conforta, a saudade de ti é muito grande já não mais podemos contê-la.
Embora sua pele tenha sumido, eu sei que estás com a gente, embora seu corpo tenha sumido, estarás nos confortando o tempo todo, em nossos corações ainda podemos senti-lo em nossas mentes ainda podemos vê-lo.
Para alguém que já partiu!!!
sábado, 10 de janeiro de 2009
QUANDO O AMOR NOS CEGA A RAZÃO
Vivia num vazio escuro e sem brilho, até que encontrei aquele pequeno, aquela doce alma que me transformou me pôs um sorriso nos lábios e um brilho nos olhos, me ensinou a amar e a ser feliz, me fez descobrir as maravilhas de caminhar ao lado de um anjo puro, fiel e amigo.Meus dias percorriam em perfeita harmonia, dormia sorrindo, acordava cantando, não sabia mais o que era sentimento de tristeza e solidão, pois tinha comigo um companheiro amigo, que me embalava nos braços e acalentava meu coração.
Meu espírito frágil ás vezes cansado e esgotado encontrava forças, nova vontade de viver naqueles braços meigos e fortes, com voz carinhosa que me tirava todos os medos e angústias.
falávamos. Em casa, comecei a pensar, horas depois cheguei a conclusão de que tudo era bobeira e que meu sentimento era mais forte, resolvi ligar, mas antes que pegasse o telefone, ele tocou. A notícia que ouvi me fez perder os sentidos, senti tonturas, meus olhos encheram de lágrimas e pedi a Deus que tudo fosse mentira.
O meu amor sofrera um acidente, estava no hospital entre a vida e a morte, talvez a culpa tenha sido minha, dirigiu sem prestar atenção com os pensamentos voltados em nossa discussão e não viu o caminhão que o jogou longe.
No hospital não podia me conter, olhar aquele corpo que há poucas horas estava cheio de vida, cheio de sonhos agora ali, inerte. Nem todas as orações mais fervorosas foram suficientes, o amor da minha vida aspirou e me deixou, seu coração parou de bater e sua mão a qual eu estava segurando escorregou sem vida.
Chorei todas as lágrimas possíveis, mas elas jamais o trarão de volta, fiquei só e a última oportunidade que tive de falar que o amava, deixei para depois. Aquela foi a última vez que vi os lindos olhos dele encontrarem os meus, hoje me arrependo, se pudesse voltar atrás...
Agora aproveito todos os momentos da minha vida, mas a melhor parte dela sinto que já perdi, agora apenas o tenho dentro do meu coração. Como queria meu amor estar contigo agora e em seus braços me perder e esquecer tudo apenas te amar e nada mais.
Imagens: 1ª http://wiki.eca.luli.com.br/index.php?title=Joao_Paulo_Coelho_da_Costa 2ª soldeolho.blogspot.com/2008_08_01_archive.html 3ª salescoimbra.blogspot.com
LÁGRIMAS

No dia em que te deixei, vi uma lágrima de seus olhos cair e você dizendo baixinho quase num sussurro. “Amor porque me deixa?”
Lembro bem que tentavas esconder suas lágrimas, mas teimavam em cair, grossas lágrimas formavam em seus olhos, você parecia um menino sem proteção, carente de amor e triste por amar. Dizia sorrindo e chorando “Fica comigo?”, mas, nada mais eu podia fazer, quando o amor acaba não tem mais o que fazer.
Quando te ouvi dizer “Amor não vai embora” meu coração cantarolava “Quero ficar com você”, mas, eu sabia que no fundo não era verdade, se ficasse não poderia mais te fazer feliz!
Naquele dia lágrimas também eu derrubei, meu coração também se partiu, minha ilusão se desmanchou, em minha mente se apagou lembranças daquele grande amor que um dia nos tocou.
Cristiane Marino
Fonte da Imagem: Recanto das Letras
Moço sem Rosto

Uma Frase
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
O mosquito pernilongo trança as pernas, faz um M, depois, treme, treme, treme, faz um O bastante oblongo, faz um S.
O mosquito sobe e desce. Com artes que ninguém vê, faz um Q, faz um U, e faz um I.
Este mosquito esquisito cruza as patas, faz um T. E aí, se arredonda e faz outro O, mais bonito.
Oh! Já não é analfabeto, esse inseto, pois sabe escrever seu nome.
Mas depois vai procurar alguém que possa picar, pois escrever cansa, não é, criança?
E ele está com muita fome.
(CECÍLIA MEIRELES)







